sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Há 42 anos na Câmara de SP, funcionário conta os fantasmas que já viu lá


O Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo, carrega a fama de ser assombrado por fantasmas e outras entidades sobrenaturais


O Salão Nobre do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo, fica próximo ao local onde foi avistado um suposto fantasma. "Apareceu uma loira no oitavo andar, no banheiro que fica perto do Salão Nobre. Ela veio flutuando e estava toda vestida de noiva. Saí correndo e depois ela sumiu também", diz o ascensorista Aristides Saturnino de Paula


Elevadores do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo. "Eu estava no elevador, no quinto andar, quando entraram três pessoas. Só que um dos três não era gente, era invisível --cruzou a porta do elevador e desapareceu", conta Aristides Saturnino de Paula, ascensorista que trabalha há 42 anos na Casa



 Heliponto do Palácio Anchieta, que foi utilizado para resgate das vítimas do incêndio do edifício Joelma, em 1974. Ele está desativado desde então 


 Escada símbolo do Palácio Anchieta, prédio da Câmara Municipal em São Paulo


Quadros com retratos de ex-presidentes da Câmara Municipal de São Paulo ocupam corredor do 8º andar do Palácio Anchieta 


Aristides conta que é "perseguido" por espíritos e fantasmas desde a infância, por ser sensitivo, e por isso acumula tantas histórias. "Eu trabalhei durante a noite por 23 anos, mas tive que pedir para sair desse horário porque tomava muito beliscão dos fantasmas dentro do elevador" 


O ascensorista Aristides Saturnino de Paula, que trabalha no prédio há 42 anos, é referência quando o assunto é paranormalidade na Câmara. Ele afirma ter visto fantasmas por todos os cantos: desde nos banheiros e elevadores até na garagem do prédio


 "Aqueles que acreditam no mal-assombrado dizem que existem entidades que andam aqui dentro da Câmara assombrando as pessoas, criando certas dificuldades", conta o vereador Gilberto Natalini (PV), na Casa desde 2000 


 Plenário da Câmara Municipal de São Paulo



Quem vê a movimentação do saguão principal do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo, nem imagina a fama que o prédio carrega: no boca a boca, corre a lenda de que o local é assombrado por fantasmas e outras entidades sobrenaturais.


O ascensorista Aristides Saturnino de Paula, que trabalha no prédio há 42 anos, é referência quando o assunto é a paranormalidade na Câmara. Ele afirma ter visto fantasmas por todos os cantos: desde os banheiros e elevadores até na garagem do prédio.


"Eu estava no elevador, no quinto andar, quando entraram três pessoas. Só que um dos três não era gente, era invisível --cruzou a porta do elevador e desapareceu", conta. 


Até mesmo uma versão da famosa lenda da loira do banheiro já aconteceu entre as paredes do prédio da Câmara, segundo De Paula: "Apareceu uma loira no oitavo andar, no banheiro que fica perto do Salão Nobre. Ela veio flutuando e estava vestida de noiva. Saí correndo e, depois, ela sumiu também", diz o operador de elevador, com convicção.


A explicação do funcionário para acumular tantas histórias é sua sensibilidade em relação ao mundo invisível. Ele conta que é "perseguido" por espíritos e fantasmas desde a infância: "Tive que pedir para sair do horário da noite porque tomava muito beliscão dos fantasmas dentro do elevador".


Caça aos fantasmas

 

Há quem acredite que o prédio seja assombrado por aqueles que morreram no incêndio do edifício Joelma, em 1974 --uma das maiores tragédias da capital paulista, que matou 189 pessoas e deixou outras 300 feridas. Como o Palácio Anchieta ficava próximo, seu heliponto --hoje desativado-- foi utilizado como base para as aeronaves de resgate, e o saguão do prédio, transformado em um hospital de campanha.


Para o vereador Gilberto Natalini (PV), que acumula mandatos desde 2000, a explicação pode ser mais antiga. "O terreno onde a Câmara está construída era um terreno anexo ao rio Anhangabaú e era um cemitério de índios, segundo reza a lenda", diz.


Verdade ou não, os rumores de assombração seguem correndo pela Câmara dia após dia. "Tem gente que tem até medo de andar sozinho pelos corredores à noite", diz Natalini.


Aristides conta que os fantasmas que "vê" são sempre aparições diferentes. "[Mas] De político nunca vi", afirma.




Fonte: UOL

Zoológico alemão mata leão após fuga




Em Leipzig, dois leões fogem de jaula e um deles é sacrificado, após tranquilizantes não terem surtido efeito. Zoológico investiga como ocorreu a fuga. 


Animais viviam no local há um mês e meio. Um leão foi morto a tiros no zoológico de Leipzig, no leste da Alemanha, na quinta-feira (29/09), após ter fugido da jaula junto com outro animal. Funcionários do local tentaram imobilizá-lo, mas os tranquilizantes não surtiram efeito. O leão foi sacrificado quando furou o bloqueio de segurança. 


"Foi um desfecho muito triste, mas não tivemos escolha. Trata-se da segurança de pessoas", afirmou o diretor do zoológico Jörg Junhold. 


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Os dois leões, Majo e Motshegetsi, escaparam da jaula no início da manhã, quando o zoológico ainda estava fechado. A administração do local ainda não sabe com os animais conseguiram fugir do espaço construído há quinze anos. A área conhecida como Savana dos Leões era considerada segura. 


Depois da fuga, os leões se esconderam num matagal dentro da área do zoológico. Eles foram encontrados assustados pelos funcionários. Cerca de 40 pessoas trabalharam na operação de resgate. Depois que Majo foi pego, o grupo tentou imobilizar Motshegetsi com tranquilizantes. No entanto, a medicação não surtiu efeito e a situação saiu do controle. O animal foi morto a tiros, quando furou o bloqueio. 


Os dois leões, da Namíbia, chegaram em Leipzig em meados do mês passado. Eles foram transferidos do zoológico de Basileia, na Suíça. Os animais tiveram algumas semanas de adaptação antes de serem expostos ao público há poucos dias. Com a vinda dos dois novos exemplares, o zoológico pretendia dar início a uma criação da espécie. 


Essa não é a primeira vez neste ano que o zoológico de Leipzig tem problemas com morte de animais. Em março, um tigre foi morto por outro depois que a divisão que os separava foi removida acidentalmente.


A Federação de Proteção Animal da Alemanha exige que as circunstâncias da morte do leão sejam esclarecidas e pediu ainda que o zoológico verifique suas medidas de segurança para evitar que situações como esta voltem a acontecer. 




Fonte: Terra

Quem passou aqui? Pegadas gigantes são encontradas na China






O mistério sobre a possível existência do Pé Grande continua: a suposta descoberta de novas evidências poderá confirmar que não se trata apenas de um mito.
Na cidade de Pingyan, na China, um grupo de fotógrafos encontrou pegadas gigantes de humanos fossilizadas em rochas, de acordo com informações divulgadas pela agência Sina de notícias. O achado ocorreu no final do mês de agosto.  


Agora, os pesquisadores estão estudando a origem e a data dessas marcas para revelar o mistério que as rodeia. A descoberta impressionante de pegadas gigantes não é uma novidade, já que, em 1912, Stoeffel Coetzee encontrou uma marca de 128 cm de comprimento e 60 cm de largura.
Fonte: History

Duendes são os principais suspeitos por deslizamentos na Islândia (e o governo não nega)




Quando Siglufjördur, uma pequena cidade montanhosa no norte da Islândia, foi atingida por uma série de tempestades no verão passado, operários da construção civil que liberavam uma estrada logo se viram fugindo de deslizamentos de terra e lutando com a enchente do rio.


Um membro da equipe ficou ferido, e depois uma escavadeira quebrou. Um repórter de TV, que chegou para examinar os danos, caiu em uma poça de lama e teve de ser socorrido. A limpeza dos escombros virou um suplício de 10 dias e se tornou um espetáculo.


Os locais sabiam que a culpa havia sido das chuvas fortes. Ou dos duendes.


Acontece que operários haviam despejado terra, sem saber, sobre uma pedra que é especial o suficiente para ter seu próprio nome no folclore islandês: Alfkonusteinn. A pedra tem até um histórico que envolve um ser humano, uma fada e uma roupa encantada de duende.


Os duendes islandeses, também chamados de povo escondido ou álfar, não são criaturas minúsculas de orelhas pontudas, disse em um e-mail Alda Sigmundsdóttir, jornalista e autora de "The Little Book of the Hidden People: Twenty Stories of Elves From Icelandic Folklore" ("O pequeno livro do povo escondido: 20 histórias de elfos do folclore islandês", não lançado no Brasil). 


Dizem que eles são majestosos e parecidos com humanos, e uma boa forma de pensar neles, de acordo com Sigmundsdóttir, é como "a versão dos islandeses para o karma". Durante décadas os duendes foram acusados de causarem confusão em projetos de construção em toda a Islândia.


Procurado pela reportagem, Viktor A. Ingólfsson, um porta-voz da Administração Rodoviária e Costeira da Islândia, enviou uma declaração de quatro páginas da comissão detalhando sua posição oficial sobre os duendes.


"Não se pode negar que a crença no sobrenatural às vezes é a razão para preocupações locais" em torno de obras e desenvolvimento, de acordo com a declaração. Se existe a crença de que um determinado ponto é amaldiçoado ou habitado por duendes, "então esse deve ser considerado um tesouro cultural."


Sigmundsdóttir disse que boa parte do folclore em torno dos duendes tem a ver com a explicação para condições difíceis de vida.


"Estudiosos modernos acreditam que este era um dos meios pelos quais os islandeses tentavam controlar seus destinos em uma terra onde o clima era incrivelmente rigoroso e inclemente", ela disse.


O que aconteceu em Siglufjórdur provavelmente foi mais "um remanescente da antiga crença de que os lares do povo escondido são sagrados", disse Sigmundsdóttir. O folclore em torno dos duendes não é uma parte da vida cotidiana, ela disse, e às vezes a mídia internacional gosta de explorar histórias do chamado lobby do duende, muitas vezes para consternação dos locais.


No entanto, a administração rodoviária finalmente desenterrou a pedra do duende no final de agosto, de acordo com o jornal islandês "Morgunbladid". Ingólfsson disse em um e-mail que os locais pediram para que limpassem a pedra para honrar o folclore.


Só por garantia —e talvez para ter sorte— os funcionários lavaram a pedra com máquinas de alta pressão.





Fonte: UOL

Surge em deserto uma das maiores pegadas de dinossauro




Uma equipe de especialistas mongóis e japoneses descobriu no Deserto de Gobi (Mongólia) uma das maiores pegadas de dinossauro do mundo, com 106 centímetros de comprimento e 77 de largura, que acredita-se que tenha sido deixada por um Titanossauro, informou nesta sexta-feira a agência oficial "Montsame". 


A pegada foi achada em 21 de agosto por paleontólogos da universidade japonesa de Okayama e da Academia Mongol de Ciências, embora a descoberta só tenha sido anunciada hoje, dia em que foi confirmada sua autenticidade e a espécie à qual pertenceu. 


A pegada, na qual era possível ver a forma da planta do pé e as garras, foi encontrada em uma camada geológica de entre 70 e 90 milhões de anos, afirmou a agência mongol. 


O animal, de cerca de 30 metros de comprimento e 20 de altura, possivelmente deixou a pegada de uma de suas patas esquerdas em um solo que depois, com a desertificação da zona, ficou recheada de areia, ajudando sua conservação. 


O Titanossauro era um gigantesco animal de longo pescoço, herbívoro, que habitou no período Cretácico. 


"É uma descoberta muito especial, já que trata-se de uma pegada fossilizada muito bem conservada, de mais de um metro de comprimento e sinais das garras", afirmou um comunicado da Universidade de Ciências de Okayama. 




Fonte: Terra

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

OVNI espanta aviões comerciais na Rússia

 
 
Membros das tripulações de três aviões comerciais informaram ontem (28) ter avistado um objeto voador não identificado (OVNI) luminoso no céu próximo à cidade russa de Tomsk. A informação foi prestada a mídias locais por serviços de controle aéreo.
 
 
O incidente foi reportado por pilotos da companhia aérea russa Aeroflot, bem como de duas outras empresas da China e da Coreia do Norte, mas cujos nomes não chegaram a ser informados. 


O objeto foi visto a cerca de 120 quilômetros de Tomsk. Até o momento, especialistas acreditam tratar-se de um meteorito. Vale lembrar que em 9 de setembro uma explosão de um meteorito fora registrada sobre o Chipre. Na ocasião, cientistas reportaram que o bólido não pesava mais do que alguns quilos.




Fonte: Sputnik

Polícia teria filmado Pé Grande em uma floresta na Califórnia


 
 
Lendária criatura da América do Norte, o Pé Grande tem sido alvo de investigações e teorias ao longo dos anos.
 
 
Em 1811, foi registrado um de seus primeiros avistamentos, perto de Jasper, no Canadá, mas muitos outros teriam ocorrido, de Ohio até a Flórida. 


Apesar disso, as provas da existência dessa grande criatura - que beira os 2,5 metros - são escassas. Agora, graças às câmeras de segurança da polícia instaladas no norte da Califórnia para capturar narcotraficantes, um animal semelhante aos relatos do lendário Pé Grande teria sido flagrado nas imagens. 


Na filmagem, vê-se um animal enorme, parecido com um macaco. “Essa câmera estava a 27 quilômetros no interior do Parque Nacional da Sequoia e não é acessível com veículo normais, somente com quadriciclos e bugues e, depois, a pé. Eles também encontraram um par de pegadas”, afirmou o guarda florestal. Assista o vídeo



Fonte: History

Figuras misteriosas surgem de novo em lavoura de trigo em Prudentópolis









Desenhos apareceram entre segunda (26) e terça-feira (27), no Paraná. Ufólogo investiga; dono de plantação diz que foi brincadeira de colegas.
 
 
Depois de quase um ano, figuras misteriosas voltaram a surgir em uma lavoura de trigo em Prudentópolis, na região central do Paraná, entre a noite de segunda-feira (26) e a manhã de terça-feira (27). Desta vez, os desenhos apareceram na propriedade de Éder Rickli, que diz ter certeza que "não é coisa de E.T".
 
 
Apesar disso, o ufólogo de Curitiba Ademar José Gevaerd informou, por volta 7h desta quarta-feira (28), que estava indo até o local para analisar se é mais um caso de agroglifo – como são chamadas pelos especialistas as figuras geométricas que aparecem em plantações.


O ufólogo explica ainda que os agroglifos são autênticos, não são feitos por mão humana e têm características que comprovam que a sua natureza não é humana – como a forma, a perfeição simétrica, a exatidão nas medidas e a existência de alteração eletromagnéticas dentro das figuras.


"Pelas fotos e vídeos que recebi, há quase certeza de que se trata de um agroglifo. Mas, antes, preciso ver pessoalmente", afirma.


Segundo Gevaerd, o primeiro agroglifo brasileiro foi visto em Ipuaçu, no oeste de Santa Catarina, em 2008. Desde então, o fenômeno tem se repetido na cidade, sempre no fim de outubro. "Agroglifos são sinais diretos, inconfundíveis, indiscutíveis, inquestionáveis 'deles'", acredita.


'Coisa de quem não tem o que fazer'

 
No entanto, para o dono da propriedade, os desenhos não são obra de extraterrestres.


"Eu andei investigando. Vi as câmeras de segurança da BR [rodovia] e vi uma caminhonete. Reconheci a placa. São colegas meus, foi trote. Eles avisaram que iam fazer na minha plantação um dia, assim como fizeram no ano passado", relata.


Ainda segundo Éder, a figura foi muito mal feita. "Parecem florzinhas. Dá para ver o rastro da caminhonete. É coisa de quem não tem o que fazer, não de ET", conclui.


2015

 
Em 2015, entre 5 e 6 de outubro, círculos misteriosos também surgiram em uma plantação de trigo em Prudentópolis, na propriedade rural da família Santini. À época, Gevaerd também foi ao local e, hoje, afirma que, com certeza, o desenho não foi feitos por mão humana.



Imagem aérea do agroglifo em Prudentópolis em 2015 (Foto: Novelo Filmes)


"A nossa tese é a de que foram mesmo seres extraterrestres. A nossa aposta é quente", afirma. A figura, à época, dividiu não apenas a opinião dos curiosos, mas também a de ufólogos e a de outros estudiosos.


Enquanto Gevaerd argumentava que a imagem era um sinal emitido por extraterrestres, o professor Jorge Quillfeldt dizia que não se tratava de um agroglifo e, sim, de “agrodepredação”.


Por conta da grande repercussão do caso, a lavoura atraiu milhares curiosos, além de uma produtora interessada em gravar imagens para um documentário sobre agroglifos. “Virou um ponto turístico”, brincou, à época, o dono da propriedade rural e radialista Tito Santini.
 
 
 
 
Fonte: G1 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Acusada de bruxaria, mulher é queimada viva por índios no Peru


 
 
Nativos da etnia Yánesha fizeram uma fogueira para matar a vítima.
 
 
Uma mulher foi amarrada a um tronco e queimada viva em uma fogueira, acusada por nativos de uma etnia da selva central do Peru de praticar atos de bruxaria. Rosa Villar, de 65 anos, foi capturada por índios da etnia Yánesha. 
 

"Os índios a executaram e a queimaram. Era uma mulher que aparentemente se dedicava à bruxaria", afirmou o policial Carlos Pérez, do distrito de Puerto Bermúdez.


Os nativos que mataram a mulher vivem no distrito de Palcazú, com uma população de 222 habitantes. Segundo a imprensa local, esta não é a primeira vez que são registradas ocorrências do tipo.


"Estamos dando uma lição, é um exemplo para os outros povos, façamos justiça ao povo, queimem os bruxos", diz um indígena em uma gravação exibida em alguns canais.


De acordo com a polícia, quando as autoridades chegaram ao local o corpo da mulher já havia virado cinzas. Um dos policiais explicou que, segundo o estatuto dessa comunidade, toda pessoa que se dedica à "bruxaria" deve ser punida na fogueira.


As autoridades informaram que o caso está em processo de investigação para identificar e capturar os responsáveis pelo crime.


A província de Oxapampa, que fica localizada na selva centra do Peru, é pluricultural. O local é habitado pelas tribos Yánesha, Asháninka, além de descendentes de austríacos e alemães e imigrantes de diversas partes do Peru.




Fonte: O Globo

Instituto mineiro confirma existência de ETs e discos voadores

 Foto de OVNI tirada por um morador de São Thomé das Letras
 

 
 
 
Estudiosos e curiosos se reuniram para discutir a existência de objetos voadores não identificados e, mesmo, de ETs – seres extraterrestres. No encontro, apresentaram provas fotográficas de “discos voadores”.


O Instituto Aquariano Rede Luz, em São Tomé das Letras, MG, realizou no sábado e domingo, 24 e 25, o 12º Encontro de Ufologia. Fundado pelo engenheiro Arnaldo Costa Jr., a instituição confirma a existência de OVNIs (Objetos voadores não identificados) e revela que a área registra muita incidência de objetos extraterrestres.


De acordo com o Professor Costa Jr., a existência de OVNIs está mais do que confirmada pelo Instituto, que, entre outras atividades, se dedica a estes estudos e observações, e um desses OVNIs foi fotografado por um morador da região durante o último final de semana: 


“As fotos revelam a existência de um objeto em forma discoide. O morador que fez o registro fotográfico ficou intrigado com o objeto e nos cedeu as imagens. Claro que vamos estudá-las e aprofundar nossas observações, mas não temos dúvida de que se trata de um objeto voador não identificado.” 
 
 
Segundo Arnaldo Costa Jr., “São Tomé das Letras é uma região de intensa atividade geomagnética, propícia ao aparecimento de OVNIs. É uma área que registra muito mais aproximações do que qualquer outra, devido à sua peculiaridade geológica. É uma área de montanhas e de muita prospecção de minerais. Então, este é o local ideal para a realização do nosso encontro de estudiosos de OVNIs e UFOs [na sigla em inglês].” O Professor Arnaldo Costa Jr. não tem dúvidas de que no sistema solar existem outras civilizações além da que habita a Terra:


“Nossos estudos mostram que há civilizações muito mais adiantadas do que a da Terra. Sabemos, inclusive, que a Terra foi colonizada por outras civilizações, já naquela época bem mais adiantadas. Também podemos garantir que os OVNIs em aproximação da Terra são tripulados, porque as manobras são inteligentes e claramente orientadas. Fazemos pesquisas ufológicas há mais de 35 anos e temos plena convicção de que na Lua e em todos os planetas do Sistema Solar existem habitantes. Não se trata de meras palavras, mas, sim, resultado de muitos anos de estudos aprofundados.”





Fonte: Sputnik
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